Por Winnie Santos
" I love you too, but I don't like you all time" Justin, entre 2 e 3 anos (vídeo abaixo).
A poucos dias atrás tive a oportunidade de assistir o vídeozinho a baixo, com o qual rí pra valer e achei a maior graça.
E com você, como foi. O que você pensou a respeito?
Bonitinho, engraçadinho, fofo???
Não sei quanto a você, mas comigo, na primeira vez que assisti ao vídeo, rolou uma ação sem reflexão. Dias depois, refletindo a respeito e deixando de pensar na situação como algo cute, mas traçando um paralelo com a sociedade atual, passei a pensar no quanto os sentimentos de um modo geral, mas nesse caso o Amor, esta sendo banalizado. Não quero ser radical, porque o vídeo pode ser sim: engraçadinho, , mas o trago como exemplo, pois foi ele que deu início a minha reflexão.
Em seus estudos, Freud observou que o amor tende a funcionar como modelo de busca da felicidade e reconheceu sua natureza ilusória no sentido de consolar e tornar tolerável o mal-estar próprio do desejo humano. Quando penso em Freud, penso na relação entre amor e castração, na esperança de completude, no desejo, na busca pelo outro. . . E, de repente, a sociedade atual está formando pessoas que não buscam o outro, mas que buscam coisas. E então, quando consegue-se coisas, busca-se mais coisas. As pessoas se tornam importantes por aquilo que tem e por aquilo (palpavel) que podem dar, mas não pelo que são . . .
Mas afinal, o que é o Amor ? ? ?
. . . continua !
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